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Crítica | Cavaleiro da Lua (1ª Temporada)

Esta primeira semana de maio está sendo movimentada para a Marvel Studios. Além do lançamento de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura nos cinemas, também chegou no Disney+ o último episódio da série Cavaleiro da Lua. Enquanto um expande o MCU para o multiverso de forma grandiosa, o outro é mais contido na hora de apresentar um novo personagem.

Nas primeiras impressões sobre a obra, havia comentado que uma das coisas mais legais era a dinâmica entre as personalidades de Steven Grant e Marc Spector. A relação entre os dois se intensifica com o decorrer dos episódios, ficando cada vez mais interessante e com ótimas reviravoltas. Também é legal ver o quanto cada um se complementa, onde Marc representa os músculos, enquanto Steven é o cérebro da dupla.

Tudo isso é ressaltado pelo excelente trabalho de atuação de Oscar Isaac, que muda o tom de voz, o olhar e a postura para fazer cada personagem. Ele ainda chega a contracenar consigo mesmo e alterar os trejeitos instantaneamente, tornando o processo ainda mais difícil. Outro ponto que vale destacar nessa história é a presença de Layla (May Calamawy) no “triângulo amoroso”, representando uma mulher forte, corajosa e com atitude.

Por outro lado, uma das decepções foi o subaproveitamento do potencial de Arthur Harrow (Ethan Hawke), que tinha material para ser um vilão mais interessante. Desde o primeiro episódio, ele acredita que está fazendo o que é certo, mas isso é pouco explorado, afetando até a própria deusa Ammit, resumida a uma vilã genérica. Ao mesmo tempo, gostei da presença de Konshu, pois mesmo tendo um contrato com o protagonista, possui uma relação conturbada com ele e chega até a agir como um antagonista.

Nesses seis episódios, senti que a série tenta fugir um pouco da fórmula Marvel, focando menos nas batalhas e se afastando de transformar o Cavaleiro da Lua em um “super-herói”. A produção explora o terror e o suspense, por exemplo, para nos revelar as múltiplas personalidades do protagonista e seus conflitos internos. O problema é que até esse recurso vai ficando repetitivo com o decorrer dos episódios, ganhando fôlego apenas com a reviravolta no final do episódio 4 e o drama do capítulo seguinte.

Por ser o primeiro projeto da Marvel Studios focado na cultura egípcia, fico feliz pela representatividade na equipe e elenco, como a atriz May Calamawy, o diretor Mohamed Diab e até o compositor Hesham Nazih. Há várias curiosidades sobre o egito antigo e a mitologia em si, criando uma boa base para ser trabalhada, mas senti falta de explorarem melhor o panteão egípcio, ou até mesmo outros avatares.

Entre seus acertos técnicos estão os visuais dos personagens, como os uniformes do Cavaleiro da Lua e do Senhor da Lua, além do design das criaturas egípcias. Já os efeitos visuais deixam a desejar, além de serem usados frequentemente à noite justamente para esconder a falta de realismo.

Para a introdução do Cavaleiro da Lua no MCU, a série acerta ao depender apenas de si mesma e ir por um caminho diferente de outras produções do mesmo universo. Por outro lado, fica a promessa de que o melhor está por vir, em uma segunda temporada que ainda nem foi confirmada. O saldo é positivo, mas com um sentimento agridoce.

Cavaleiro da Lua (1ª Temporada)
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Comentário do Crítico

A série se destaca pelo atuação de Oscar Isaac e por tentar fugir da fórmula Marvel, mas perde o fôlego rapidamente.

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